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Trombocitemia essencial

Trombocitemia essencial
O aumento das plaquetas (rosa), com possíveis alterações de tamanho, podem indicar a trombocitemia essencial.

A trombocitemia essencial - também chamada de trombocitemia idiopática, trombofilia essencial ou trombocitose essencial – é uma doença crônica caracterizada pela produção excessiva de plaquetas sanguíneas pela medula óssea, oferecendo ao paciente risco de sofrer episódios trombóticos e/ou hemorrágicos, sendo estes mais comuns em indivíduos idosos.

Geralmente se manifesta de forma assintomática, sendo descoberta acidentalmente, ao se fazer hemogramas de rotina, e perceber tal aumento. Em casos em que aparecem sintomas, perda de peso, dor de cabeça, febre, sudorese, dor no peito, abortamento, coceiras pelo corpo, isquemia; cegueira transitória, parcial ou completa de um dos olhos (amaurose fulgaz); e ereções persistentes, em que o pênis não retorna ao seu estado “normal” por até aproximadamente quatro horas (priaprismo); são alguns destes, que na maioria das vezes se manifestam isoladamente.

Com causa ainda desconhecida, sua incidência é significantemente maior em adultos entre cinquenta e sessenta anos de idade; e é extremamente raro ser diagnosticada em crianças. Sua incidência é de aproximadamente 1 em cada 30 mil pessoas.

Para diagnóstico confirmatório, além do hemograma, é feita a análise do histórico de saúde do paciente, exame físico, mielograma e biópsia da medula óssea.

Para tratamento, indica-se o uso diário de aspirina e de um fármaco denominado hidroxiureia. Este pode apresentar efeitos colaterais, como alterações na pele, tais como hiperpigmentação, erupções semelhantes ao sarampo (rash maculopapular); náuseas e vômitos. Outras drogas, como o anagrelide, também podem ser utilizadas.

É necessário acompanhamento médico contínuo, e realização periódica de hemogramas, a fim de verificar a contagem de plaquetas. 

Por Mariana Araguaia
Graduada em Biologia

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8 comentários

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  • segunda-feira | 07/07/2014 | ledjane Duarte...
    Usuário

    O!! tenho trobecitemia essencial. quando descobrir esta mutação foi muito difícil pois já tenho vários problema de saúde. tem

  • sexta-feira | 09/11/2012 | Cristiana Matos
    Usuário

    Boa tarde. Sou portuguesa, tenho 29 anos, foi-me diagnosticada trombocitemia essencial aos 20 anos mas provavelmente já a tenho há mais tempo. Gostaria de partilhar com outras pessoas experiências e saber como se sentem, comparar os sintomas e poder ajudar alguem que ainda não saiba lidar bem com esta doença. Espero poder ajudar alguem. entrem em contacto comigo

  • segunda-feira | 13/01/2014 | Ledjane Duarte
    2 0

    Oi!! Cristina espero que você me responda, pois só agora encontrei auguem que quira compartilhar e tirar duvidas, que possam ajudar pessoas assim como eu, faz um ano que descobrir este problema que e de pouco conhecimento.se você ler... este e meu endereço no Facebook led.duarte@hotmail.com

  • quinta-feira | 18/10/2012 | Maria...
    Usuário

    boa tarde!eu tenho muita esperança, sei k nao e facil ms convivo co essa situaçao ar dois anos , pesquisei n net e descobri k tem pessoas com a mesma doença