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Permutação
O embaralhamento dos “fatores” hereditários.
A permutação cromossômica ou fenômeno crossing-over, representa uma troca natural e recíproca de fragmentos entre cromátides homólogas.

Essas translocações ocorrem durante a meiose I da divisão celular, na fase de prófase I, mas precisamente na subfase paquíteno, momento de maior aproximação (quiasma) entre cromossomos homólogos pareados, em que os braços de ambos se cruzam havendo intercâmbio de segmentos alélicos.

O evento em questão viabiliza maior taxa de recombinação gênica, com aumento da variabilidade genética nas células reprodutivas (gaméticas: óvulo e espermatozóide), provocando além da mistura dos cromossomos paternos e maternos herdados da geração parental (P), também a permuta de genes alelos sobre esses cromossomos herdados (Geração Filial 1), transmitidos aos seguintes descendentes (Geração Filial 2).

Genotipicamente e fenotipicamente, a permutação colabora significativamente, proporcionando as diferenças de uma espécie. Caso contrário, por exemplo, desde o surgimento da espécie humana, se não fosse esse processo, todos nós seriamos clones, organismos idênticos geneticamente.

Essa mistura nos cromossomos e genes, comparativamente se assemelha ao embaralhamento de carta.

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1 comentários

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  • domingo | 27/05/2012 | Natalia...
    Usuário

    adorei o o conseito de permutação muito bem explicado. Obrigado